Metáfora

Eu? Pés que falam, ouvidos querendo ver, toque melodioso, ruga expressiva, vontade solitária, desejo alado, alma ambiciosa e coração torcido.

Eu? Teimoso que, mesmo trôpego, insiste na trilha estreita. Poeta inebriado de sonhos vividos de olhos abertos.

Eu? Filho da noite comprida, das horas que se arrastam, dos dias velozes. Aventureiro em busca do pergaminho que faz vencer os medos e recomeçar a melodia.

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