Eu e o espelho

“Dentro mim há uma sede de eterno, uma angústia constante que eu nem mesmo compreendo, pois estou longe de ser uma pessoa. O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais, emoções demais; sou antes um inconformado, com uma alma intensa, violenta, atormentada, uma alma que não se sente bem onde está, que tem saudade… sei lá de quê!”.

Deixei o espelho falando sozinho.

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